sábado, 3 de setembro de 2011

Perigo! Política quer dominar a Religião. Isso é possivel?

Pensando aqui com meus “botões” procuro achar uma definição se política e religião podem ou caminha juntos nos dias de hoje. A definição sobre política: é a arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; aplicação desta arte aos negócios internos da nação (política interna) ou aos negócios externos (política externa). Nos regimes democráticos,a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.
Religião: (do latim: religare, significando religação com o divino) é um conjunto de crenças sobre as causas, natureza e finalidade da vida e do universo, especialmente quando considerada como a criação de um agente sobrenatural, ou a relação dos seres humanos ao que eles consideram como santo, sagrado, espiritual ou divino. Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida. Elas tendem a derivar em moralidade, ética, leis religiosas ou em um estilo de vida preferido de suas idéias sobre o cosmos e a natureza humana.
A palavra religião é por vezes usado como sinônimo de ou crença, mas a religião difere da crença pessoal na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões têm comportamentos organizados, incluindo as congregações para a oração, hierarquias sacerdotais, lugares sagrados, e/ou escrituras.
Acadêmicos que estudam o assunto tem dividido as religiões em três categorias amplas: religiões mundiais, um termo que se refere à crenças transculturais e internacionais, religiões indígenas.
Vendo dessa maneira vinho e azeite não se misturam, mas aos poucos estão diluindo sua composição para que possam se fundir. Hoje a polítia entrou na igreja tanto é que existem seus conselheiros (liderança da igreja) que definem o futuro de seus membros. Através deles se estabelecem suas doutrinas (ensino) que funcionam como uma lei. A religiões possuem suas “leis” para manter a ordem e descencia assim como na democracia. A grande diferença é que nesta democracia, a maioria define o que eles querem e nas religiões não, é o seu líder maior. Essa conversa de que religião, futebol e política ninguém discute é uma “balela”, porque hoje estão mais juntas do que nunca, e temo que um dia estas troquem experiências e tenhamos para os próximos anos uma democracia que vai morrer para a entrada de um governo autoritário daqueles em que prevalece “eu mando, eu to a frente e o que disser é lei” e na igreja, os membros querendo o  impeachment  ou impitimam que quer dizer impedimento de seus pastores e façam eleição de quem deve estar a frente do cargo. Acredito que ambos andam lado à lado, mas não podem em hipótese alguma serem fundidos.

Por isso vale dizer é possível a religião, fazer política, mas a política jamais fará a religião. Sendo assim, os políticos ingressam na religião porque desta forma terão a facilidade de dominar as pessoas. Abram os olhos, o sistema está adentrando na igreja de Cristo e o resultado pode ser trágico.

Um comentário: